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O FIM DO LULLOPETISMO




Lula sempre foi um grande observador. Ateu que era ficava intrigado com o poder da Igreja Católica e com a fidelidade de seus membros. Descobriu então que a chave do segredo era o discurso; era saber fazer uma platéia acreditar numa promessa, isto feito os dízimos viriam e com eles a vida boa, o poder do dinheiro que, infelizmente, compra até as convicções do maior devoto.
Habilidoso e com tempo de sobra para pensar Lula estruturou a IUSP, Igreja Universal da Servidores Públicos, que determinava a contribuição de todos os sindicalizados com 10 % de seus salários para manter o companheiro Lula brigando com o governo e a favor dos servidores.
Assim nasceu o Sindicalismo Político Brasileiro. A idéia foi tão boa que o Edir Macedo adotou logo e montou a Igreja Universal. 
Com muito dinheiro e tempo para analisar os fatos Lula descobriu que os brasileiros gostam de pão e circo, que não lutam por nada e que eram poucos os lideres nacionais e ainda que eles viviam brigando entre si, logo ele podia fazer com este pais o que tinha feito com o sindicalismo brasileiro. Buscou uns bate paus falantes, dividiu o dízimo, fez apologias sobre um pais verdadeiramente brasileiro, investiu na imagem, mudou o discurso e foi eleito Presidente do Brasil, apesar de que , no íntimo, ele achou que era do mundo. O Papa e o Lincoln, na sua cabeça, eram iguaiszinhos a ele, independentemente da ordem cronológica, mas este fato ele resolve logo porque no próximo mandato vai mandar acabar com essa tal de cronologia.
Hoje monta um projeto de poder perpetuo e busca ampliar seus conhecimentos e poder econômico em Cuba, Venezuela, Argentina e outros países da América Latina. Nos seus sonhos delirantes esqueceu, porém, de que existem outros brasileiros que desejam de verdade que este pais cresça, não como uma história da carochinha só nas propagandas mentirosas ou como um 1* de abril, e que não vão permitir que os dízimos, hoje de até 40%, continuem sendo cobrados para manter o poder Lullopetista.
Com a palavra o Presidente do Supremo Tribunal Federal -STF, Ministro Joaquim Barbosa.

MCNetto
02/04/2013

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